Polícia Civil, Militar e Científica atuam em ocorrência de óbito em Dourados

As forças de segurança de Dourados, Mato Grosso do Sul, foram mobilizadas para atender a uma ocorrência de óbito no bairro Jardim Monte Alegre. A ação integrada envolveu a Polícia Militar, a Polícia Civil, por meio da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), e a Polícia Científica, que atuaram no local para realizar os procedimentos necessários e esclarecer as circunstâncias do falecimento de um homem de 42 anos.

Mobilização e Preservação da Cena

A ocorrência teve início na manhã da última quinta-feira (10), quando populares acionaram a Polícia Militar, informando a localização de um indivíduo aparentemente sem sinais vitais em via pública. O corpo foi encontrado caído sob uma figueira, nas proximidades do final da avenida Presidente Vargas, em uma área próxima ao Anel Viário de Dourados. Imediatamente, uma equipe da Polícia Militar foi despachada para o endereço para verificar a situação.

Ao chegar ao local, os policiais militares confirmaram a presença do homem, identificado posteriormente como Jaime Guimarães Alves. Seguindo os protocolos operacionais, a equipe da Polícia Militar procedeu com o isolamento e a preservação da área. Essa medida é fundamental para manter a integridade da cena e garantir que nenhum elemento seja alterado antes da chegada dos peritos, assegurando a coleta de dados precisos para a investigação.

Perícia Técnica e Levantamento de Informações

Após a ação inicial da Polícia Militar, uma equipe da Depac foi acionada e compareceu ao endereço, acompanhada de profissionais da Polícia Científica. A integração dessas unidades é crucial para a condução de ocorrências de óbito, onde a perícia técnica e o levantamento de informações são etapas determinantes. Os peritos da Polícia Científica realizaram os exames preliminares no corpo, buscando quaisquer indícios que pudessem apontar para a causa da morte.

Durante o atendimento no local e a coleta de dados, a Polícia Civil obteve informações relevantes junto ao irmão de Jaime Guimarães Alves. Conforme registrado no boletim de ocorrência, o familiar relatou que o homem fazia uso frequente de bebidas alcoólicas e possuía um histórico de problemas de saúde preexistentes. Entre as condições mencionadas, destacou-se a cirrose hepática, atribuída ao consumo excessivo de álcool. O irmão de Jaime também informou que, dias antes do falecimento, a vítima havia apresentado um episódio de vômito com presença de sangue, um sintoma compatível com seu quadro de saúde.

Ausência de Sinais de Violência

Os exames preliminares conduzidos pela equipe da Polícia Científica foram decisivos para a avaliação da ocorrência. De acordo com o boletim de ocorrência, não foram encontradas lesões externas ou quaisquer outros sinais visíveis que pudessem indicar violência. Diante da análise dos elementos verificados na cena e das informações coletadas durante a perícia, as autoridades não identificaram, naquele momento, indícios de morte violenta. Com base nesses dados operacionais e técnicos, a ocorrência foi registrada na Depac como morte natural.

Para a determinação final da causa do óbito, o corpo de Jaime Guimarães Alves foi encaminhado ao Serviço de Verificação de Óbito (SVO). No SVO, serão realizados os exames cadavéricos necessários para fornecer um diagnóstico conclusivo sobre o falecimento, complementando as informações já levantadas pelas equipes policiais e científicas no local da ocorrência.

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