Na noite de quarta-feira, 15 de julho, o município de Três Lagoas, localizado na região Leste do Estado, foi palco de uma ocorrência trágica que mobilizou as forças de segurança e emergência. Uma criança de apenas dois anos de idade foi vítima de afogamento em uma piscina residencial, um incidente registrado por volta das 19h em uma casa situada no bairro Jardim São Jorge.
A dinâmica dos eventos, conforme informações levantadas no local, indica que a menina estava sob os cuidados da mãe e da irmã de 11 anos. Em determinado momento, a mãe solicitou que a filha mais velha cuidasse da caçula enquanto se ausentava para ir ao banheiro. Pouco depois, ao ouvir os cachorros latindo de forma insistente, a mãe pediu à filha mais velha que verificasse o que estava ocorrendo. Foi então que a irmã encontrou a criança dentro da piscina, em uma cena que desencadeou uma rápida e angustiante sequência de ações.
Acionamento e Atuação das Equipes de Socorro
Diante da gravidade da situação, a mãe da criança realizou o acionamento imediato das equipes de socorro. O Corpo de Bombeiros foi prontamente mobilizado, iniciando as complexas manobras de reanimação assim que chegou à residência. Para reforçar o atendimento e ampliar as chances de êxito, uma unidade de suporte avançado do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionada e integrou-se à operação de socorro. Os profissionais de ambas as equipes, com a expertise e os equipamentos disponíveis, empregaram-se intensamente no esforço para salvar a vida da criança.
Por aproximadamente uma hora, paramédicos e bombeiros trabalharam incansavelmente, aplicando todos os recursos e técnicas de reanimação para tentar reverter o quadro clínico da menina. Contudo, apesar dos esforços intensivos e coordenados, a criança não resistiu aos ferimentos e ao tempo de submersão. O óbito foi oficialmente confirmado pelas equipes de saúde ainda no local do incidente, marcando o desfecho de uma luta contra o tempo e o desespero da família.
Investigação e Coleta de Evidências no Local
Com a confirmação do óbito e a natureza do ocorrido, as forças de segurança foram acionadas para dar início aos procedimentos de investigação. O pai da criança foi informado e compareceu à residência após o incidente. A Polícia Militar foi a primeira força a chegar, realizando o isolamento da área para garantir a preservação do local e a integridade de eventuais provas.
Na sequência, a Polícia Civil assumiu a coordenação da apuração do caso. Agentes da Polícia Civil e peritos especializados da Polícia Científica também se deslocaram para o imóvel no Jardim São Jorge. A atuação conjunta dessas equipes visa aprofundar a investigação das circunstâncias do afogamento. O trabalho técnico da perícia é crucial para coletar evidências, realizar levantamentos no local e fornecer subsídios à investigação, assegurando que todos os detalhes sejam registrados e analisados com o rigor necessário para a completa elucidação dos fatos. A Polícia Civil prossegue com os procedimentos para esclarecer todas as nuances do trágico incidente.
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